Chá de canela.
Chá de panela.
Chá de janela.
E nela, Daniela.
Pacientemente, conscientemente, em seu processo extremo de inquietação.
Arroz com canela.
Arroz na panela.
Arroz atirado pela janela;
Por ela: Daniela.
Em sua inquietude, quieta e rude descobria sinônimos para a convicção.
No vidro a canela.
De vidro a panela.
E da janela, o que resta é
O vidro quebrado por Daniela.
Que, sucinta, achou dele insatisfatória a possibilidade de contemplação.

5 viajantes interestelares:
Monstros, muitos monstros. hm* Não, na verdade, talvez eu tenha encontrado sereias. hm* Ou, melhor ainda, encontrei a ambos. . . . . . . . . . . . . . Mas que coisa mais linda e digna esse seu poeminha, San. <3
É música? Você também compõe?
L. S. Dias : Na verdade, é apenas um pequeno poema que tentei deixar "descontraído", até porque escrevi-o em forma de homenagem/brincadeira. Já deixei de compor há muito tempo!
Quem me dera poder dar vida em um poema, seja para uma pessoa ou para o mundo, como você faz.
Adoro esse poeminho. Esse ritmo, essa paz, essa vida que ele dá e cria.
Dos seus, meu preferido, moça.
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Então diga-me, querido pirata, o que encontrou nestes mares: Monstros, tesouros, sereias ou apenas uma concha mágica azulada e encantadora?